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Hospital Júlia Billiart oferece atendimento com médicos clínicos gerais

A rotina caracterizada por atribulações e cobranças pode ser um gatilho para a instabilidade na saúde física ou emocional. Diante disso, a busca por atendimento médico é essencial, a fim de que a pessoa possa receber a atenção e o cuidado necessários à sua recuperação.

Nesse contexto, o clínico geral surge como o profissional “coringa”, capacitado para filtrar as informações cedidas pelo paciente e, assim, indicar, com maior precisão, o tratamento adequado, uma vez que sua ampla formação lhe assegura o conhecimento mais aprofundado acerca da saúde humana.  Esse médico – apto a tratar, em adultos, todas as doenças não-cirúrgicas, não ginecológicas e não obstétricas- está preparado para fazer diagnósticos, pedir e interpretar exames, prescrever tratamentos e acompanhar a evolução do paciente – encaminhando-o a um especialista, se necessário.

Reconhecidos pela presença na comunidade, com ampla cobertura de atendimento e qualidade nos serviços prestados, os Hospitais Notre Dame dispõem, em seu corpo clínico, de profissionais com essa formação. É o caso, por exemplo, das médicas clínicas gerais Bruna Pasinato (CRM: 47002) e Liége Graebin (CRM: 43819) – que atuam no Hospital Júlia Billiart, em Não-Me-Toque (RS).

Os atendimentos ocorrem de segunda à sexta-feira, no moderno Ambulatório de Especialidades. Para agendamento de consultas, os pacientes podem entrar em contato pelo telefone (54) 3320-0100, pelo WhatsApp (54) 9.9963-6264 ou, então, diretamente no Hospital – localizado na Rua Cel. Alberto Schmitt, nº 515, no Centro.

O que é cirurgia de cabeça e pescoço?

A cirurgia de cabeça e pescoço é uma especialidade voltada para prevenção, diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico de patologias que acometem essa região, excetuando o cérebro – que é tratado pelos neurologistas e neurocirurgiões.

Os tumores de cabeça e pescoço são, hoje, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nono tipo de câncer mais comum no mundo – o que evidencia a importância da prevenção, do diagnóstico e tratamento precoces.

Entre as doenças tratadas pelo cirurgião de cabeça e pescoço temos, com maior frequência, os nódulos de tireoide e os tumores de cavidade oral. No entanto, essa especialidade também trata lesões de pele na face, couro cabeludo e pescoço, lesões da garganta, da laringe (o órgão da voz), de glândulas salivares, fossas nasais e nódulos cervicais.

Sendo assim, é recomendado que se procure o cirurgião de cabeça e pescoço nos seguintes casos:
• sempre que apresentar lesões na boca com mais de duas semanas de duração;
• presença de alterações da voz com mais de duas semanas de duração;
• presença de dificuldade ou dor para engolir, engasgos;
• nódulos cervicais ou nódulos em tireoide;
• dificuldade para respirar;
• presença de lesões de pele – principalmente aquelas com alteração de cor, crescimento, dor, coceira ou sangramento local.

Além dessas indicações, todos os pacientes tabagistas ou que abusam do álcool têm indicação de avaliação com um cirurgião de cabeça e pescoço para orientações e o diagnóstico precoce de tumores.

Por: Elizia de Bitencourt – Médica Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

INCA estima mais de 10 mil novos casos de leucemia por ano

A leucemia é um tipo de câncer do sangue que afeta os glóbulos brancos. Mesmo sendo curável, a taxa de mortalidade é alta no Brasil – como mostra o levantamento feito pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, que contabilizou 62.385 óbitos decorrentes da doença entre os anos de 2007 e 2016. Além disso, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa é de que surjam 10.800 novos casos por ano.

Essa doença surge quando células da medula óssea – conhecida como tutano do osso – sofrem mutação e passam a se multiplicar descontroladamente, tirando o lugar de células saudáveis. Há diversos tipos de leucemia, mas os mais comuns são: leucemia linfoide aguda, linfoide crônica, mieloide aguda e mieloide crônica, que podem aparecer em crianças e em pessoas mais velhas.

Substâncias químicas, benzeno, agrotóxicos, cigarro, exposição à radiação e doenças hereditárias estão entre as suas possíveis causas. Há sinais que pedem atenção e podem significar que o paciente está com leucemia, como febre, anemia, cansaço extremo, sangramento na gengiva, infecções recorrentes, perda de peso, manchas roxas pelo corpo, dor nos ossos e nas articulações. Tais sintomas, contudo, também são comuns em outros tipos de doenças.

O tratamento da leucemia é diferenciado para cada tipo específico da doença. Grande parte dos quadros agudos é tratado com quimioterapia, imunoterapia e com o controle de infecções que possam vir a surgir devido a alterações no sangue, assim como eventos hemorrágicos presentes em alguns tipos.

A leucemia mieloide crônica, por sua vez, é geralmente tratada com medicação, inibindo a ação da proteína doente que leva à proliferação anormal das células. Há, ainda, alguns tipos de leucemia que, dependendo do estágio da doença, podem ser acompanhados com ou sem necessidade de tratamento. Além disso, o transplante de medula também é uma opção de tratamento para a leucemia.

Por: Dra. Moema Nenê dos Santos/Médica Hematologista

O tabagismo é prejudicial ao fígado?

Diariamente, nos consultórios médicos, recebemos pacientes com doença hepática, que são fumantes e ingerem bebidas alcoólicas. Há vários anos, conhecemos os efeitos maléficos do álcool no fígado, mas o que poucas pessoas sabem é que o hábito de fumar também é prejudicial nesse sentido. O erro mais comum do alcoolista que apresenta cirrose ou outra doença hepática é dizer “agora vou parar de beber por causa do meu fígado, mas vou continuar fumando, porque o cigarro não tem problema…”.

É importante salientar, portanto, que o fígado tem uma função importante na filtragem do sangue. Ao ingerirmos substâncias prejudiciais ao organismo, o fígado as expele pelo intestino, através das fezes. Com o tabagismo, por exemplo, grande parte das substâncias cancerígenas e das toxinas presentes no cigarro são absorvidas pelo pulmão e caem na circulação sanguínea, indo diretamente para o fígado – que, ao tentar filtrar tais toxinas, tem sua função comprometida, principalmente se ele já for um órgão doente.

Além disso, nos últimos anos, diversas publicações científicas sugerem que fumar faz mal para o fígado e o tabaco é um fator de risco para o surgimento do câncer de fígado. Esses estudos revelam que o tabagismo acelera ou agrava uma doença hepática pré-existente, como esteatose (gordura no fígado), hepatite crônica pelos vírus da hepatite B e C ou qualquer outra forma de hepatite crônica.

Baseado nessas informações, podemos concluir que fumar também faz mal ao fígado, seja ele doente ou sadio. Portanto, a recomendação atual é que pessoas com doenças hepáticas já conhecidas devem abandonar tanto o uso de bebidas alcoólicas quanto o tabagismo.

Por: Dra Raquel Scherer de Fraga/Hepatologista e Professora de Medicina da IMED.

Cuidado paliativo pode ser indicado para pacientes idosos

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 50% dos diagnósticos de câncer e 70% das mortes causadas por essa doença ocorrem em indivíduos acima de 65 anos – números que tendem a crescer conforme o percentual de idosos aumenta.

Pensando nisso, o cuidado paliativo é indicado para todas as pessoas que sofrem com o câncer, especificamente em situações nas quais ele ameace a continuidade da vida. Geralmente, a aplicação desses cuidados é mais aceitável em pacientes mais velhos, mas é importante salientar que, além do câncer, outras doenças frequentes na população idosa também possuem indicação de cuidados paliativos, tais como demências, insuficiência cardíaca, enfisema pulmonar e a doença renal crônica.

Os princípios do tratamento de câncer em pacientes mais velhos são os mesmos aplicados nos mais jovens. A diferença é que, no caso dos idosos, eles podem, em decorrência da idade, apresentar decadência da função de órgãos e, por essa razão, carecem de uma atenção especial quanto aos riscos da quimioterapia em relação à qualidade de vida. Desse modo, a fim de tornar os tratamentos mais eficazes, a detecção precoce do câncer é sempre importante para todos os pacientes.

Por fim, determinar a melhor estratégia no tratamento oncológico para o paciente idoso requer uma avaliação completa, que analisa a expectativa de vida do paciente, sua aptidão física, apoio social, opções e crenças pessoais. Portanto, na hora de escolher seu médico especialista, certifique-se que ele é de confiança para conversar com você sobre todos os processos envolvidos nesse período.

Por: Dr. Luis Alberto Schlittler – Médico Oncologista

Humanização norteia encontro promovido com profissionais de saúde

Temos uma tendência natural de alavancar os aspectos negativos do cotidiano. Sendo assim, é de grande valia oportunizar momentos de sensibilização e reflexão para que o profissional de saúde possa, a partir de vivências positivas e significativas, perceber a importância do trabalho que exerce na vida das pessoas – promovendo, assim, sua autoestima.

Com esse intuito, os funcionários do Hospital Notre Dame São Sebastião (HNDSS) participaram de um encontro de desenvolvimento sobre o tema “Humanização”, cujo objetivo foi desenvolver a sensibilidade e a empatia dos profissionais, a fim de que possam colocar-se no lugar do paciente – entendendo seus sentimentos e necessidades – e qualificar a prestação de serviço.

Estudo apresenta novidades sobre o câncer colorretal

Um estudo realizado na Universidade de Trento (Itália) e publicado na revista Nature Medicine apresentou novidades acerca do câncer colorretal, indicando que o microbioma – conjunto de microrganismos presentes no intestino – pode ser usado para antever a doença.

Desenvolvida por estudiosos da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio da FAPESP, a pesquisa foi conduzida a partir da análise do microbioma intestinal, durante a qual, em algumas amostras, foram detectadas alterações e a ocorrência da patologia. Para isso, os pesquisadores combinaram análise de metagenômica, bioinformática e aprendizagem de máquina para estabelecer a relação com o câncer.

A partir desse estudo – que contou com a participação de 969 pessoas de diferentes países – surgiram outras descobertas importantes para a área, como o fato de que há maior quantidade de bactérias no intestino de pessoas que estão com o câncer colorretal e, ainda, a associação entre a doença e a presença de uma enzima que destrói a colina – nutriente que faz parte do complexo B de vitaminas.

Até então, os pesquisadores acreditavam que o ambiente ácido do estômago eliminasse os microrganismos, contudo, os pacientes com câncer colorretal possuem um número mais elevado de espécies orais que se deslocam para o intestino. A causa dessa movimentação ainda é desconhecida.

Essas novas descobertas, por sua vez, levam a um questionamento: são as bactérias que estão causando o câncer ou é a doença que cria um ambiente diferente e favorece o aparecimento de certas bactérias? A resposta ainda não foi encontrada pelos pesquisadores, mas, futuramente, ela será importante para auxiliar em novos tratamentos para o câncer colorretal.

Por: Dr. Luis Alberto Schlittler

Julho é o mês de conscientização sobre as hepatites virais

Caracterizadas como inflamações no fígado que podem ser causadas por vírus, bactérias ou pelo consumo excessivo de produtos tóxicos – como álcool ou medicamentos, as hepatites podem tornar-se crônicas, levando a outras doenças – como cirrose e câncer. Por isso, a campanha Julho Amarelo – criada em alusão ao Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, lembrado em 28 de julho – visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento dessa doença.

Há três principais tipos de hepatites virais, sendo elas Hepatite A, Hepatite B e Hepatite C, que, em geral, são assintomáticas. Assim, o diagnóstico ocorre por meio de exames de sangue. A Hepatite A, por exemplo, é transmitida por via fecal-oral, pelo consumo de alimentos, talheres e copos contaminados. Já na Hepatite B, a transmissão acontece a partir de relações sexuais, de objetos perfuro-cortantes que contenham sangue contaminado ou de mãe para filho.

A contaminação pelo vírus da Hepatite C, por sua vez, se dá, principalmente, por meio de sangue contaminado. Nesse caso, as chances de a transmissão ocorrer de mãe para filho ou por relações sexuais são inferiores a 15%. De acordo com a médica hepatologista e doutora em Gastroenterologia, Raquel Scherer de Fraga, a Hepatite C foi uma das doenças cujo tratamento mais evoluiu nos últimos 20 anos. “Surgiram medicamentos altamente eficazes e com um perfil de segurança muito bom, ou seja, com poucos efeitos adversos”, afirma a especialista.

Atualmente, segundo a especialista, as chances de cura estão próximas a 100% dos casos. “O novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas das Hepatites Virais contempla tratamento para todos os pacientes pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, independentemente do grau de lesão hepática”, explica. Salienta-se, ainda, que as hepatites A e B podem ser prevenidas com vacinas – disponíveis na rede pública de saúde e que integram o calendário de vacinação infantil.

Dra. Raquel Scherer de Fraga

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), residência Médica em Medicina Interna no Hospital Nossa Senhora da Conceição (1999-2000), residência em Gastroenterologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (2001-03). Mestre em Gastroenterologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005), doutora em Gastroenterologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Médica gastroenterologista, com Certificado de Área de Atuação em Hepatologia.Preceptora do Programa de Residência Médica em Gastroenterologia da Universidade Federal da Fronteira Sul / cenário de prática no Hospital de Clínicas de Passo Fundo.

Diagnóstico precoce aumenta chances de cura no caso de linfomas

Câncer do sistema linfático – responsável pela defesa do organismo –, o linfoma ocorre quando uma célula adoece e dissemina-se descontroladamente pelo organismo. Assim, em vez de proteger o corpo contra vírus, bactérias e fungos, entre outros parasitas, essas células acabam tornando-se malignas.

Os linfomas se dividem em Hodgkin e Não Hodgkin. O primeiro acomete de 10% a 20% das pessoas, geralmente crianças e adultos jovens, e é mais comum no sexo masculino, sendo que a doença pode surgir em qualquer parte do corpo. Já o linfoma Não Hodgkin acomete cerca de 60% das crianças entre cinco e quinze anos, também atingindo homens e mulheres na fase adulta.

Entre as diversas formas de tratamento existentes atualmente, as mais convencionais são a quimioterapia, a radioterapia e o transplante de medula óssea. Há, contudo, alternativas terapêuticas, que atingem diretamente as células cancerosas sem alcançar as células sadias, o que torna o tratamento mais produtivo e acarreta menos efeitos colaterais aos pacientes. Nesse caso, ele inclui a imunoterapia com anticorpos monoclonais e, mais recentemente, a utilização de moléculas-alvo, ou seja, terapias celulares específicas que agem dentro das células.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se 10 mil casos novos da doença por ano. Entretanto, há grandes chances de cura a partir do diagnóstico precoce. Por isso, recomenda-se que as pessoas estejam atentas ao seu corpo, pois o linfoma pode vir acompanhado de febre, perda de peso e coceira persistente – sintomas que podem também ser comuns a outros tipos de doenças. A patologia pode começar em qualquer lugar do corpo em que existam células linfáticas, mas é mais comum surgir em nódulos do pescoço, axilas e região da virilha.

Fonte: ASCOM HNDSS Luzia Camargo e Caroline Beccari

Hospital Notre Dame Júlia Billiart conta com novo coordenador administrativo

Na última segunda-feira (10), a diretora da Rede de Hospitais Notre Dame, Irmã Silvânia Ioner, apresentou aos colaboradores o novo coordenador administrativo do Hospital Notre Dame Júlia Billiart.

Graduado em Administração, Jeferson Gomes de Oliveira é especialista em Gestão Hospitalar e Sistemas de Saúde e em Planejamento Empresarial. Além disso, conta com experiência de 16 anos no gerenciamento de hospitais.

Ela, conforme a religiosa, foi decisiva para sua contratação, pois a gestão hospitalar é uma área extremamente complexa, que demanda grande conhecimento de leis – especialmente no momento em que Hospital está recebendo investimentos para aprimorar o seu Centro Cirúrgico e tem a pretensão tornar-se referência regional para a realização de cirurgias e partos.