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Hospital de Espumoso não fará a colocação de brincos em recém-nascidos

Atendendo à orientação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) da instituição, a maternidade do Hospital Notre Dame São Sebastião, de Espumoso, não oferece mais o serviço de colocação de brincos em bebês recém-nascidos.

Tal procedimento deve ser realizado somente após os dois meses de vida: período em que o bebê já adquiriu uma boa imunidade e que coincide com a primeira dose da Tríplice Viral – que contém a antitetânica. Além disso, não é recomendada a colocação de brincos em ambiente hospitalar devido ao risco de contaminação.

Por isso, a orientação, segundo a enfermeira obstétrica do Hospital, Eliane Barbosa, é para que, no período indicado, os pais procurem farmácias que realizem esse procedimento ou, então, os postos de saúde. “A bebê estará mais protegida contra infecções se tiver tomado, pelo menos, as primeiras doses das imunizações”, reforça.

 

Foto: Isabelly Camargo de Oliveira, nascida no dia 15 de julho de 2019, no Hospital Notre Dame São Sebastião.

Luzia Camargo

Hospital Notre Dame São Sebastião recebe R$ 1,1 milhão em emendas parlamentares

O Hospital Notre Dame São Sebastião, de Espumoso, é uma das instituições hospitalares beneficiadas com as emendas parlamentares destinadas pela bancada gaúcha no Congresso Nacional. Em solenidade na Casa da Ospa, o governador Eduardo Leite e a secretária da Saúde Arita Bergmann assinaram, no mês passado, repasses de R$ 127 milhões para hospitais, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e outras entidades de saúde. 

O hospital de Espumoso, por sua vez, recebeu R$ 1,1 milhão – sendo R$ 1 milhão destinado pelo deputado Giovani Cherini (PR) e R$ 100 mil pelo deputado Pedro Westphalen (PP). O valor será revertido em cirurgias, distribuídas entre os municípios que fazem parte da área de atuação da unidade hospitalar.

Luzia Camargo

Filhos de funcionários participam de atividades festivas no Hospital de Espumoso

No mês dedicado às crianças, o Hospital Notre Dame São Sebastião, de Espumoso, preparou um dia de atividades para os filhos de seus funcionários, com o objetivo de promover a integração entre as famílias e a unidade de saúde. A ação ocorreu na terça-feira (29), no 3º andar da instituição hospitalar.

Em celebração à data festiva, a programação incluiu guloseimas, brincadeiras diversas e pintura artística, além de um momento de espiritualidade. As crianças puderam, ainda, conhecer o Hospital e os setores nos quais seus pais trabalham.

A confraternização, avalia a psicóloga organizacional, Graziele Goedel, é importante para manter a aproximação entre pais e filhos, oportunizando que eles se sintam valorizados e integrados à casa de saúde.

Luzia Camargo

Tiago Linck e família realizam palestra motivacional em Espumoso

A Casa de Cultura de Espumoso sediou, na segunda-feira (4), a palestra “Exemplo de Superação e Vida”, ministrada por Tiago Linck e família. O evento – realizado pelo Hospital Notre Dame São Sebastião, com o apoio do Hospital Notre Dame Júlia Billiart e das Entidades Sociais Notre Dame – contou com a participação de, aproximadamente, 400 pessoas.

O encontro oportunizou que o público conhecesse a história da família Linck, que reside em Tiradentes do Sul (RS).  Devido à uma síndrome rara chamada Tetra-Amelia, Tiago, de 12 anos, nasceu sem os braços e sem as pernas. Mesmo com algumas limitações, o jovem palestrante vê a vida com otimismo, compartilhando sua história de superação e incentivando as pessoas a vencerem seus próprios desafios.

Os alimentos e produtos de higiene arrecadados com a realização da palestra serão destinados ao Hospital de Espumoso.

Luzia Camargo

Hospital promove painel sobre as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul

O Hospital Notre Dame São Sebastião promoveu, na segunda-feira (28), o painel “Outubro Rosa e Novembro Azul”, direcionado à prevenção contra o câncer de mama, o de colo de útero e o de próstata. Para isso, as palestras foram ministradas pela ginecologista e obstetra, Dra. Bruna Wiatrowski, e o oncologista, Dr. Luís Alberto Schlittler – ambos atuantes na instituição hospitalar.

Luzia Camargo

Caminhada Rosa e Azul conscientiza sobre a prevenção ao câncer de mama e de próstata

 

As cores destacadas na principal avenida de Espumoso, na tarde de terça-feira (22), alertaram para a prevenção dos tipos de câncer considerados os mais prevalentes entre mulheres e homens no Brasil: o de mama e o de próstata, respectivamente. 

Com o intuito de conscientizar a comunidade acerca da recorrência de tais tipos de câncer e sobre a importância do diagnóstico precoce, a primeira edição da Caminhada Rosa e Azul – promovida pelo Hospital Notre Dame São Sebastião (HNDSS) – reuniu colaboradores da instituição e apoiadores da causa, que percorreram o trajeto iniciado em frente ao Largo da Prefeitura, seguindo pela Avenida Ângelo Macalos até a chegada ao Hospital.

Luzia Camargo

Quimioterapia e a queda de cabelo

A queda de cabelo durante o tratamento oncológico é um dos tópicos que mais gera dúvida e ansiedade nos pacientes.  Afinal, há alguns tipos de drogas – denominadas antracíclicos e taxanos – que a favorecem. Tais fármacos são utilizados, por exemplo, no tratamento de câncer de mama e de linfomas, contudo, muitos protocolos – ou seja, tipos de quimioterapia – não causam a queda de cabelo.

Atualmente, existe, no Brasil, uma tecnologia que faz uso do frio. O paciente coloca uma touca gelada na cabeça durante as sessões de quimioterapia – o que diminui o fluxo de sangue na região. Com isso, a quantidade de medicação que chega até a raiz do cabelo é menor, preservando as células germinativas do couro cabeludo. A taxa de sucesso varia entre 60% a 100%, entretanto, como toda tecnologia, ela está restrita aos grandes centros de referência em oncologia – que são, infelizmente, privados.

Dessa maneira, restam poucas alternativas ao paciente para evitar a queda. O cabelo começa a cair, normalmente, no início do segundo ciclo, ou seja, depois de 14 a 21 dias de tratamento. A queda pode ser percebida durante o banho, ao acordar e também ao pentear-se. Em geral, recomenda-se que os pacientes raspem a cabeça o quanto antes, uma vez que esse processo pode gerar muita angústia e ansiedade.

Após o término do tratamento, o normal é que em, aproximadamente, 40 dias os primeiros fios apareçam. Há casos em que esse tempo é maior ou nos quais o cabelo começa a nascer com falhas. Nessas situações, geralmente, o paciente é encaminhado a um dermatologista especializado, que pode indicar o uso de tonalizantes específicos. É possível estimular o crescimento fazendo massagens diárias com óleos na região do couro cabeludo, além de sempre proteger a cabeça com o uso de protetor solar, chapéus ou lenços.

Uma vez que a quimioterapia altera as células germinativas do couro cabeludo, o cabelo pode nascer “diferente” após o tratamento, crescendo em ciclos distintos – ora com fios mais grossos, ora mais finos. Além disso, também pode ocorrer uma redução da espessura da fibra capilar. Assim, é normal o cabelo ficar mais ondulado e um pouco mais frágil no início, sendo comum, ainda, o surgimento de alguns fios grisalhos.

A tendência, no entanto, é que o crescimento se normalize. Durante esse período, é importante tomar certos cuidados, como utilizar shampoos neutros (aqueles para crianças também são indicados) e não fazer nenhum tipo de química no cabelo (tingimentos, progressiva, permanente, luzes ou relaxamento) por três meses.

Por: Dr. Luis Alberto Schlittler – CRM 24748

Luzia Camargo

O que são Nódulos Hepáticos?

Não é incomum encontrar nódulos hepáticos em ecografia de abdômen durante avaliação de sintomas abdominais. E, se esse for o seu caso, é recomendado que consulte um médico especialista para definir o tipo de nódulo encontrado.

Quando se fala em nódulos benignos, podemos dividí-los em dois grandes grupos: os cistos simples e os nódulos sólidos hipervascularizados. Em relação aos cistos, eles são lesões nodulares preenchidas por conteúdo líquido incolor semelhante à água, que não costumam crescer e, em geral, não necessitam tratamento. As lesões nodulares sólidas benignas hipervascularizadas, por sua vez, dividem-se, principalmente, em três tipos: o hemangioma, a hiperplasia nodular focal e o adenoma hepático.

 

Hemangioma hepático
Os hemangiomas hepáticos são tumores benignos hipervascularizados e são a causa mais comum de nódulo sólido descoberto no fígado em ecografias de abdômen. Eles estão presentes em até 20% da população geral e podem ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum em mulheres. Geralmente, são assintomáticos e não requerem nenhum tipo de tratamento.

Hemangiomas com 10 cm ou mais – chamados de hemangiomas gigantes – podem causar sintomas, como dor. Nesses casos, deve ser realizada cirurgia ou embolização do hemangioma. É importante ressaltar que a presença de hemangiomas no fígado não contra-indica gestação ou uso de anticoncepcionais hormonais.

 

Adenoma hepático
Adenoma hepático é um tipo de tumor benigno que acomete o fígado e apresenta riscos, uma vez que há chances de hemorragia, ruptura e transformação para câncer. Cerca de 90% das lesões afetam mulheres entre 30 e 50 anos de idade, sendo o uso de anticoncepcionais hormonais o principal fator de risco. Além disso, esteróides androgênicos, diabetes e esteatose também podem ocasionar o aparecimento do tumor.

A confirmação diagnóstica é realizada através de ressonância magnética, reservando-se a biópsia apenas para os casos duvidosos. Em relação ao tratamento, pode ser realizada apenas a retirada do agente agressor caso o adenoma seja menor que 5 cm. A ressecção cirúrgica, por sua vez, é indicada, em geral, para adenomas maiores de 5 cm.

 

Hiperplasia nodular focal
A hiperplasia nodular focal é o segundo tumor sólido benigno mais frequente no fígado. A fisiopatogenia não está muito esclarecida e parece ser uma resposta celular proliferativa a uma artéria anômala. A prevalência é de 0,4 a 3% e 90% dos casos ocorrem em mulheres. Eles, geralmente, são únicos e menores de 5 cm, mas há casos em que podem ter dimensões maiores que 10 cm.  Na maioria das vezes, são assintomáticos, não necessitando de tratamento específico. Não são lesões pré-malignas, ou seja, não têm risco de se transformar em câncer. E, assim como o hemangioma, não tem relação com ACO ou gestação.

 

Por: Dra. Raquel Scherer Fraga/Hepatologista – CRM 24280

Luzia Camargo

Brasil registra aumento na incidência e na mortalidade por câncer em população mais jovem

A ideia de que o câncer é uma doença somente de quem envelhece vem sendo questionada por estudos ao redor do mundo. Pesquisas realizadas recentemente nos Estados Unidos, demonstrando o aumento da incidência de câncer em pessoas com menos de 50 anos, questionaram o panorama brasileiro em relação a esse aspecto.

O trabalho “Câncer antes dos 50: como os dados podem ajudar nas políticas de prevenção”, cuja análise englobou dados do Datasus e do Instituto Nacional do Câncer (Inca), concluiu que, no Brasil, também houve aumento de incidência e de mortalidade na população mais jovem por alguns tipos de câncer que eram relacionados ao avanço da idade.

Ainda conforme o estudo, o crescimento dos cânceres na população até 50 anos está relacionado a fatores de risco presentes nos hábitos e no estilo de vida dos brasileiros. Tal informação sinaliza para a importância de definir políticas públicas que visem diminuir os índices da doença, fomentando o debate acerca desses dados. Dessa forma, haverá melhor entendimento do cenário e planejamento de ações de enfrentamento ao câncer.

Atualmente, a obesidade abdominal é o segundo maior fator de risco para o desenvolvimento do câncer, responsável por 30% de todos os tumores. A fumaça do tabaco, por sua vez, libera várias substâncias químicas – algumas classificadas pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (InternationalAgency for ResearchonCancer- IARC), da Organização Mundial da Saúde, como substâncias carcinogênicas para humanos. Sendo assim, o tabagismo é um dos principais fatores de risco para os cânceres de pulmão, cavidade oral e laringe, também associado à incidência dos cânceres de intestino, mama, próstata e tireoide.

Por: Dr. Luis Alberto Schlittler/Oncologista – CRM 24748

Luzia Camargo

Hematologia: a especialidade médica que estuda o sangue

A Hematologia é a área da Medicina que estuda o sangue e seus elementos – glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos), plaquetas, medula óssea, linfonodo e o baço -, além de seus distúrbios e doenças relacionadas.

As doenças do sangue podem ser hereditárias (quando vêm de outros familiares) ou adquiridas (por influência do ambiente, alimentação, entre outros fatores), dependendo do componente sanguíneo afetado.

Entre as doenças hematológicas, destacamos as hemoglobinopatias e coagulopatias. Há, ainda, as hemofilias – genéticas ou adquiridas – que podem estar associadas a outras doenças sistêmicas e que provocam sangramentos.

A talassemia, por sua vez, é um tipo de anemia hereditária – alfa ou beta – que ocasiona a produção de quantidades muito pequenas de hemoglobina normal.

Além disso, algumas doenças associadas ao sistema imune também são estudadas pela hematologia, tais como as que afetam o sistema linfático e a medula óssea.

Por isso, é fundamental sempre procurar um médico e estar atento à sua saúde.

Por: Dra. Moema Nenê Santos/Hematologista – CRM 24111

Luzia Camargo